Última atualização em 21 de março de 2026 Jornalista RenatoGlobol
O FUTURO NÃO SERÁ CINZA: O JORNAL AMBIENTE AGORA É SOLARA!
A evolução natural do SolarPunk pelo Coletivo SOLARA

Solara: Senhoras e senhores, estimados leitores, sonhadores e inconformados de plantão: temos uma notícia urgente e absolutamente essencial para compartilhar! A partir de hoje, o Jornal Ambiente assume um novo compromisso, uma nova bandeira, um novo horizonte. Damos o próximo passo. Evoluímos.
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Este texto faz parte de uma reflexão maior. No meu ebook "Do Coach ao Caos", mostro como a lógica da meritocracia e dos bilionários se conecta com a desindustrialização do Brasil.
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Damos adeus ao pessimismo distópico, ao cinza opressor das megacorporações, aos filmes que insistem em vender um futuro onde a única coisa garantida é o caos, a ruína e a decadência. Esqueça Matrix, jogue fora Blade Runner, e coloque Mad Max na reciclagem (porque até na ficção pós-apocalíptica nós devemos ser sustentáveis).
O Jornal Ambiente agora é SOLARA! E o SolarPunk foi a semente que nos trouxe até aqui.
E o que significa isso, Renato Globol? Ah, querido leitor, é simples: significa que não vamos mais aceitar o futuro que querem nos enfiar goela abaixo – e mais do que isso: já estamos vivendo a alternativa.
A DISTOPIA NÃO É INEVITÁVEL. O SOLARA É A PROVA.

Hollywood, as grandes mídias e os arautos do “não tem alternativa” adoram nos pintar um futuro onde a tecnologia é uma coleira, onde as cidades são um amontoado de concreto e desesperança, e onde os ricos dominam tudo enquanto o resto de nós rasteja na sujeira da desigualdade. Mas e se disséssemos que isso é só mais uma narrativa conveniente? Que, na verdade, há outro caminho, um caminho melhor, um caminho que já está sendo trilhado pelo Coletivo SOLARA?
O SolarPunk nos mostrou o sonho. O SOLARA é a construção desse sonho em carne, osso, madeira, código e terra.
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O SOLARA não é apenas uma evolução do SolarPunk, não é apenas uma estética bonita cheia de jardins verticais, prédios cobertos de vegetação e placas solares brilhando ao sol. Ele é uma escolha. Ele é um ato de resistência transformada em construção. Ele é uma declaração de que o futuro não será esperado – ele será VIVIDO agora.
Se os banqueiros, os políticos vendidos e os CEOs megalomaníacos apostam todas as suas fichas na destruição do planeta e da sociedade, nós, do Coletivo SOLARA, apostamos na reconstrução. E nós já estamos reconstruindo.
MAS O QUE DIABOS É SOLARA? (E COMO ELE EVOLUIU DO SOLARPUNK?)

Se você nunca ouviu falar do SolarPunk, prepare-se para se apaixonar pela sua semente. O SolarPunk é uma visão de futuro em que a tecnologia e a natureza caminham juntas. É um mundo onde as cidades são sustentáveis, onde a energia é limpa e acessível, onde comunidades são cooperativas e solidárias, onde a ética e a empatia são tão valiosas quanto qualquer moeda. É um futuro onde as pessoas não são exploradas, mas libertadas.
Agora, o SOLARA é o que acontece quando essa visão sai do papel e vira chão, parede, código e comunidade. É a evolução natural do movimento. É a passagem da esperança para a certeza. Da resistência para a morada. Da utopia para a síntese.
Imagine bairros onde cada edifício gera sua própria energia – e onde essa energia é gerida por redes comunitárias descentralizadas, como sonhou Jacque Fresco. Imagine hortas comunitárias no lugar de estacionamentos sem alma. Imagine um sistema de transporte público eficiente, gratuito e que não dependa do lucro de corporações insaciáveis. Imagine um mundo onde a tecnologia é vernacular – feita por e para as pessoas, não para explorá-las.
Isso é SOLARA. Isso é o que o Coletivo SOLARA já está construindo. Com madeira Ernest Gothe na bioconstrução, com a memória de Jaque Fresco nas ferramentas, com o exemplo vivo da Hawey Village Digital Ruralcow.
Isso é o que o Jornal Ambiente, a partir de hoje, vai defender com unhas e dentes – não mais como um sonho distante, mas como um presente em germinação.
NÃO ESTAMOS SOZINHOS: O COLETIVO SOLARA JÁ É REALIDADE

Se você pensa que essa é só mais uma utopia romântica, pense de novo. O mundo já está mudando. O Coletivo SOLARA já está acontecendo. Comunidades inteiras ao redor do planeta estão construindo esse futuro AGORA.
- A Islândia já usa quase 100% de energia renovável.
- Cidades como Copenhague e Freiburg têm mais bicicletas do que carros.
- O Brasil tem um potencial gigantesco de energia solar e eólica que poderia abastecer todo o país sem precisar desmatar um único metro de floresta.
- O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) é um dos maiores produtores de alimentos orgânicos do Brasil, mostrando que agricultura pode ser sustentável e popular.
- E o Coletivo SOLARA une tudo isso: tecnologia vernacular inspirada em Jacque Fresco, bioconstrução com madeira Ernest Gothe, e o modelo de aldeia digital rural da Hawey Village.
E isso é só o começo.
JORNALISMO SOLARA: UMA NOVA ERA NO JORNAL AMBIENTE

A partir de hoje, o Jornal Ambiente vai ser um porta-voz do Coletivo SOLARA e dessa revolução que já está em curso. Não vamos mais nos limitar a denunciar o que está errado (e olha que tem coisa errada!). Vamos mostrar o que está certo. Vamos amplificar soluções. Vamos criar um espaço para aqueles que já estão construindo o futuro, não apenas sonhando com ele.
Aqui você vai encontrar:
- Histórias reais de pessoas que já estão vivendo de forma sustentável – muitos deles integrantes do Coletivo SOLARA.
- Projetos urbanos, rurais e tecnológicos que apontam para um futuro melhor – como a bioconstrução Ernest Gothe e as aldeias digitais rurais Hawey Village.
- Dicas de como trazer o espírito SOLARA para sua própria vida.
- Reportagens sobre energia limpa, cooperativismo, bioconstrução, tecnologia vernacular e muito mais.
E você, caro leitor, também faz parte disso. Queremos saber sua opinião, sua experiência, suas ideias. Escreva para nós, comente, compartilhe. Vamos juntos construir um mundo melhor, porque o futuro não está escrito — ele está sendo criado AGORA pelo Coletivo SOLARA, e cabe a nós decidir se vamos apenas assistir ou se vamos colocar a mão na terra, no código e na madeira.
O Jornal Ambiente e o Coletivo SOLARA estão prontos para essa revolução.
E você? Vai se juntar a nós?
Com certeza construtiva, bioconstrução, tecnologia vernacular e um brilho SOLARA no olhar,
Renato Globol
e o Coletivo SOLARA – onde o futuro já é presente.
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